29 de mai de 2013

Rusticidade do Sindi nordestino é destaque na revista O ZEBÚ NO BRASIL


Pompeu Borba e senhora - tradição sindirista 
Uma das mais conceituadas revistas sobre pecuária do Brasil, a revista O ZEBÚ NO BRASIL, apresentou na sua edição 197 de Janeiro\Fevereiro uma excelente matéria destacando a rusticidade do Sindi do Nordeste.

A reportagem destaca que, na atual condição climática nordestina, onde só se acha caatinga seca e mandacaru para alimentar os rebanhos, muitos animais não adaptados pereceram.  

Arthur Targino - feliz 
com a raça
Destaca ainda que criadores tradicionais da Paraíba, como Pompeu Borba e Arthur Targino, foram muito felizes em optar pela rusticidade e dupla aptidão do Sindi.  Na seca o Sindi supera as dificuldades, parindo, criando, e produzindo leite, mesmo alimentado com xique-xique  e mandacaru. “É um animal duro na queda” dizem os sindiristas.

A Bahia Red Sindhi (BRS), sociedade dos criadores José Caetano e Cezar Mastrolorenzo, segundo a revista O ZEBÚ, leva o crédito de introduzir a raça na Bahia, o último estado nordestino a receber a raça. Em 26 de setembro de 2009 foram adquiridas pela BRS as primeiras matrizes da EMEPA (empresa estatal da Paraíba).

Cezar Mastrolorenzo ao lado de Paraguassu BRS 
(Touro de linhagem fechada na importação de 1952)
Ainda na reportagem da revista O ZEBÚ NO BRASIL, os sindiristas baianos produzem carne e leite em Ipirá e Itatim, no sertão baiano, arraçoando o gado Sindi com xique-xique queimado, mandacaru e pastagens naturais. “ Mandacarú é realmente o único recurso. A situação está dramática. Não chove.” Relata o sindirista Cezar Mastrolorenzo.
Xique-xique queimado 

Informa a revista em sua reportagem que atualmente a Bahia Red Sindhi obtém resultados positivos vendendo a genética do Sindi nordestino para os criadores do sudeste que almejam aumentar a rusticidade do rebanho.
Bahia Red Sindhi.
Mandacaru - último recurso

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